Tradicionalmente, a obesidade era classificada com base no Índice de Massa Corpórea (IMC), que divide o peso do indivíduo pelo quadrado da altura. No entanto, esse critério isolado apresenta limitações, pois não diferencia a composição corporal – ou seja, não distingue massa muscular de gordura corporal – e não considera a distribuição da gordura no corpo.

Os critérios mais modernos incorporam novos indicadores para uma avaliação mais precisa da obesidade e seus impactos na saúde, incluindo:

✅ Circunferência abdominal: estudos indicam que o acúmulo de gordura visceral (na região abdominal) está diretamente ligado a um maior risco de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

✅ Relação Cintura-Quadril (RCQ): mede a distribuição da gordura no corpo, ajudando a prever o risco de complicações metabólicas.

✅ Bioimpedância e exames de composição corporal: ferramentas que avaliam a porcentagem de gordura, músculo e água no organismo, fornecendo um diagnóstico mais preciso.

✅ Fatores metabólicos e Inflamatórios: hoje, os especialistas consideram marcadores como resistência à insulina, níveis de triglicerídeos e inflamação sistêmica para avaliar a gravidade da obesidade e os riscos à saúde.

O que isso significa para quem pensa em cirurgia bariátrica?

Com essas mudanças, mais pessoas que sofrem com os impactos da obesidade, mesmo com IMC inferior a 35 kg/m², podem ser consideradas candidatas à cirurgia bariátrica, caso apresentem doenças associadas. Isso significa um acesso mais adequado ao tratamento para aqueles que enfrentam dificuldades significativas na perda de peso e no controle de doenças metabólicas.

💡 A obesidade não é uma questão estética, mas sim de saúde. Conte com uma equipe experiente para te guiar nessa jornada! Para mais informações, visite a página de agendamento, aqui no meu site.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *